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Once Upon A Time – Temporada 1 a 5 – Crítica 3.5

Once Upon A Time – Temporada 1 a 5 – Crítica

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Once Upon A Time é uma série que se baseia na maioria dos contos de fada conhecida pelo público. Contos como Branca de Neve, A Bela e a Fera, Chapeuzinho Vermelho e vários outros.

Na história, a Rainha Má (Lana Parrilla) da Branca de Neve (Ginnifer Goodwin)  lança uma maldição na Floresta Encantada, levando a maioria dos seres lá viventes para um reino sem magia, o nosso mundo, e tirando a memória deles. Eles vivem numa pequena cidade por 28 anos, sem memória de suas vidas passadas, até que a filha sumida de Branca de Neve e Príncipe Encantado (Joshua Dallas), Emma Swan (Jennifer Morrison), aparece na cidade, trazendo consigo o filho, Henry (Jared S. Gilmore), que ela havia dado para adoção e que acabou adotado por Regina, a Rainha Má.

Once Upon A Time tem um enredo muito grande e nos mostra diversos personagens e suas respectivas histórias, mas principalmente como Emma, que é chamada de Salvadora, lida ao descobrir sua verdadeira identidade e como ela é importante para salvar todos da cidade.

Vemos Bela (Emilie de Ravin) se apaixonando pela Fera, que na verdade é Rumpelstiltskin, descobrimos porque o Capitão Gancho (Colin O’Donoghue) – que é um gatão – odeia tanto o Crocodilo, que na verdade é Rumpelstiltskin (Robert Carlyle), porque a Rainha Má odeia tanto a Branca de Neve – que não é Rumpelstiltskin -, Chapeleiro Maluco (Sebastian Stan, Soldado Invernal) perdendo a cabeça, Peter Pan (Robbie Kay) sendo vilão e pai de Rumpelstiltskin, Ariel (Joanna Garcia) buscando seu príncipe, Elsa (Georgia Haig) procurando Anna (Elizabeth Lail) – nada de Olaf -, a Bruxa Má do Oeste (Rebecca Madder) sendo abandonada pela mãe e ficando verde de inveja da irmã mais nova, Regina, a Rainha Má.

Também temos Mulan (Jamie Chang) descobrindo sua sexualidade e se apaixonando por Aurora, e Bela Adormecida (Sarah Bolguer), Ruby (Meghan Ory)  – Chapéuzinho Vermelho -, sendo uma lobisomem e se apaixonando por Dorothy (Teri Reeves), em Oz.

Vemos a luta de Regina tentando se tornar luz, e abandonar as trevas e finalmente encontrar seu Amor Verdadeiro para logo perdê-lo nas mão de Hades, o deus do submundo.

Na quarta temporada, Once Upon A Time começou a focar na possível escuridão que existia dentro de Emma, já que ela era nascida do Amor Verdadeiro e era capaz de praticar magia, e em como ela estava lutando ir para não ir para o lado das trevas. No fim, Rumpelstiltskin acaba morrendo e Emma se torna a Senhora das Trevas.

A parte A da quinta temporada se passa com Emma lançando uma maldição em todos e tirando suas memórias, e como todos lutam para descobrir o que aconteceu com Emma e o que ela está tramando. Nessa temporada somos apresentados à Camelot, ao Rei Arthur (Liam Garrigan) e à Merlim (Elliot Knight), o Mago dos Magos (pega essa referência).

Emma tem seguido a voz de todos os já mortos Senhores das Trevas e trama para acabar com o Bem, para que o Mal possa dominar.  Graças ao amor e perseverança de seus pais e amigos, os planos de Emma são frustrados e as Trevas dentro de si são exterminadas, mas causam a morte de um personagem querido do público.

No fim da última temporada, somos levados ao Submundo, que na mitologia grega é o reino do deus dos mortos Hades (Greg Germann). Vemos personagens já mortos há várias temporadas, e em como eles tem dificuldade em lidar com seus negócios mal acabados e seguir em frente, até que a morte de um outro personagem e a chegada dele ao Submundo, faz ele entender uma profecia que lhe foi dita anos atrás, de que ele teria a missão de consertar um reino quebrado.

Em Once Upon a Time podemos encontrar nossos personagens favoritos e ver suas histórias ganhando vida depois do felizes para sempre e percebemos que nem tudo o que parece é.

Se você ama magia, boas histórias e Lana Parrilla, Once Upon a Time é uma ótima opção para sair da realidade e se apaixonar por sua enorme extensão de personagens.


Crítica
ÓTIMA

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Leonardo Rodrigues Muniz Um engenheiro fanático pelo mundo nerd, viciado em cinema e televisão.

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