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Eu, Tonya | Crítica e Trilha Sonora 8.5

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Eu, Tonya (I, Tonya) é um filme intenso desde o começo. Misturando cenas de documentário encenado e com o filme em si, ele não tem cenas paradas. Durante todo o filme algo está acontecendo. Seja Tonya Harding brigando com a mãe LaVona Golden, ou ela brigando com o marido Jeff Gillooly. Um filme que vale muito a pena separar um tempinho para ver.

Tonya teve uma vida bastante conturbada. Sempre viveu em um ambiente violento, tanto que quando conheceu Jeff e ele começou a bater nela, ela achava que isso era amor. Tonya nunca foi a favorita no esporte que escolheu, pois ela vinha de uma família humilde e problemática. Ela era talentosa, mas sempre foi injustiçada na carreira.

Quando estava prestes a disputar a sua segunda olimpíada, quando começou a ficar conhecida e se sentir querida pelo publico a bomba do incidente envolvendo sua colega e concorrente Nancy Kerrigan veio a tona destruindo tudo o que ela havia construído até então.

O filme tem depoimentos de sua mãe, LaVona Golden interpretada por Allison Janney, Tonya interpretada por Margot Robbie, o marido dela Jeff Gillooly personagem de Sebastian Stan e o seu segurança Shawn Eckhardt, interpretado por Paul Walter Hauser, entre outros, que vão contando a sua própria versão da história. Tudo isso acompanhado de uma trilha sonora incrível, que deixa o filme animado mesmo em meio a acontecimentos caóticos, dessa história sobre péssimas decisões.

Se você ainda não viu o trailer do filmes, você pode ver aqui.


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Crítica

8.5

Ótimo8.5
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Fonte: adorocinema